Área de identificação
Identificador
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Forma(s) paralela(s) de nome
MPDFT
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Histórico
O Ministério Público do Distrito Federal e dos Territórios - MPDFT iniciou suas atividades em Brasília dia 19 de abril de 1960, tendo como base a Lei nº 3.754, de 14 de abril de 1960, que dispôs sobre a Organização Judiciária do Distrito Federal, criando o MPDFT. Seu primeiro endereço foi duas salas em um dos prédios da Esplanada dos Ministérios, permanecendo por lá alguns anos com condições de trabalho precárias e sem apoio. A princípio, sua área de atuação era, em sua maior parte, na área criminal e sua estrutura era diversa do que se define atualmente, o quadro de membros era formado de subprocuradores, curadores, promotores e defensores. A instituição era subordinada ao Ministério da Justiça, o que implicava o limite da atuação devido à subordinação. Questões de estrutura e salariais eram motivo de grande insatisfação, ocasionando a saída de muitos membros, buscando condições mais favoráveis na magistratura. À época, os Territórios Federais faziam parte da estrutura da instituição, lá as condições do órgão eram piores, já que a infraestrutura local era mais precária do que a de Brasília. A distância e os meios de comunicação escassos também dificultavam a atuação ministerial nos Territórios. Com o surgimento de leis e com o advento da Constituição Federal de 1988, extinguiu-se algumas funções - como a defensoria, por exemplo - e vieram novas atribuições ao Ministério Público, e assim, paulatinamente, foram surgindo promotorias especializadas voltadas para a defesa tanto de direitos individuais como de coletivos. O MPDFT passou a fazer parte do Ministério Público da União, tornando-se instituição pública permanente, essencial à Justiça e responsável pela defesa da ordem jurídica, do regime democrático, dos interesses sociais e dos interesses individuais indisponíveis. O Ministério Público ganhou status de função essencial a Justiça e seus membros adquiriam as mesmas prerrogativas da magistratura, tornando-se independentes para promover a Justiça no Distrito Federal.
Contexto cultural e geográfico
No Brasil do fim dos anos 1950, mais da metade da população vivia no campo. As distâncias eram maiores e as comunicações mais difíceis. Foi este Brasil que, com três milhões de votos, levou Juscelino Kubitschek de Oliveira à Presidência da República. No seu programa de governo, uma das metas era mudar a capital do país para o Planalto Central. A transferência já estava prevista desde a Constituição de 1891, entretanto somente na década de 1960 concretizou-se. Começaram os trabalhos para a transferência da capital e esses planos de mudança causavam agitação em todo o serviço público do Rio de Janeiro, uma vez que isso implicaria deixar uma cidade já estruturada para uma em construção. Na Procuradoria-Geral de Justiça do Distrito Federal não foi diferente, poucos estavam dispostos a começar a estrutura da justiça em Brasília. E o MPDFT iniciou seus trabalhos com dois promotores, Áttila Sayol de Sá Peixoto e Gilvan Correia de Queiroz; logo depois, vieram José Júlio Guimarães e Milton Sebastião Barbosa. Atendendo uma população carente, em sua maioria eram nordestinos que vieram crescer junto com a cidade, e com seus direitos ignorados, ali estava o MPDFT, pronto para socorrer.
Mandatos/Fontes de autoridade
Lei Nº 3.754, de 14 de abril de 1960,
Lei da Organização Judiciária do Distrito Federal;
Lei Nº 8.625, de 12 de fevereiro de 1993, Lei Orgânica Nacional do Ministério Público;
Lei Complementar Nº 75, de 20 de maio de 1993, Lei da Organização e do Estatuto do Ministério Público da União.
Estrutura administrativa
O Organograma Institucional pode ser acessado aqui.
Políticas de captura e gestão de documentos
A produção e a guarda da documentação é feita pelo próprio Órgão. O MPDFT é responsável por toda cadeia de custódia, com exceção da documentação produzida antes da Constituição Federal de 1988, onde o órgão fazia parte do executivo federal. Clique aqui para acessar a Política de Gestão, Preservação e Difusão de Documentos Arquivísticos do MPDFT.
Prédios
Acervo
Possui documentos produzidos desde 1960, no entanto o fundo não é fechado, o acevo ainda está sendo produzido.
Instrumentos de pesquisa, guias e publicações
Área de acesso
Horário de funcionamento
Em dias úteis, das 12h às 19h.
Condição de acesso e uso
O cidadão pode ter acesso a documentos por meio das unidades produtoras, desde que a documentação não tenha restrição de acesso definida pela Lei Nº 12.527, de 18 de novembro de 2011, Lei de Acesso à Informação, e pela Lei Nº 13.709, de 14 de agosto de 2018, Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais.
Acessibilidade
O prédio possui estacionamento externo gratuito e sua localização também é contemplada com linhas de ônibus urbanos. As instalações foram projetadas para atender portadores de necessidades especiais.
Área de serviços
Serviços de pesquisa
Informações históricas podem ser acessadas pela internet por meio do sistema SEMPRE MPDFT.
O pedido de informações pode ser realizado por meio do Serviço de Atendimento ao Cidadão - SIC, clique aqui para acessá-lo.
Informações referentes à atuação do MPDFT podem ser acessadas no endereço https://www.mpdft.mp.br/transparencia/index.php?item=inicio.
O cidadão também pode comparecer pessoalmente no horário de atendimento da Ouvidoria do MPDFT para fazer a sua solicitação de acesso à informação, que será cadastrada e respondida pela autoridade que detém a informação pública, no prazo legal.
Serviços de reprodução
Áreas públicas
O MPDFT disponibiliza ao usuário bancos, lanchonete, restaurante, Centro de Cultura e Memória, Biblioteca, todos abertos ao público.
Área de controle
Identificador da descrição
Identificador da entidade custodiadora
Regras ou convenções utilizadas
NOBRADE: Norma brasileira de descrição arquivística : Brasil. Conselho Nacional de Arquivos. Rio de Janeiro: Arquivo Nacional, 2006.
Estado atual
Nível de detalhamento
Datas de criação, revisão e eliminação
Criação: 03/06/2019 Revisão: 12/06/2019.
Idioma(s)
português do Brasil
Sistema(s) de escrita(s)
Fontes
Notas de manutenção
As descrições são realizadas pela Coordenadoria de Documentação e Informação.
Equipe Técnica:
Adineide Itacaramby de Almeida;
Thalissa Amália Velter Duarte.