Foi membro do Ministério Público do Distrito Federal e Territórios - MPDFT, 1981 - 1996; onde atuou em curadorias, promotorias, procuradorias e comissões, destacando-se sua atuação no caso de grande repercussão envolvendo o assassinato do repórter policial Mário Eugênio e nas comissões responsáveis pela construção do Edifício-Sede e pelo Projeto Memória; também foi um dos fundadores da Fundação Escola Superior do MPDFT - FESMPDFT; aposentou-se em 10 de Abril de 1996 e, posteriormente, retornou à instituição como o primeiro Ouvidor, 2004 - 2006, cargo exercido, de início, como serviço voluntário.
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Paulo Tavares Lemos
BT Ex-Ouvidores